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>The Phone – Bruno e Camila

May 4, 2011

>Ahá! Dessa vez o programa finalmente começou de onde devia, e não comeram parte alguma. Bora acompanhar todas as emoções (?) de…


Alá boninhada! Tudo começou em um empório no Brás. Tocou o celular, e um monte de coroa olhou.

Coroa ilustrativa



Mas só quem atendeu foi quem devia, o fortinho Bruno…



que tinha de pegar um presente no caixa e ir ao Mercado Municipal, portão principal, corredor um, para entregá-lo ao seu amigo secreto que até então era… secreto (duh!)



A amiga secreta do Bruno estava feliz da vida procurando seu vestido de noiva quando tocou o telefone.



Mesma missão: pegar o presente no caixa e ir ao mercado municipal.  A mulher correu, viu? Enquanto isso, Bruno desabafava com os vendedores “Eu estou correndo contra o tempoooooo!”



A coitada da Camila chegou toda esbaforida, e ainda teve de levar esporro, porque Bruno dizia estar lá há mais de uma hora e tempo era dinheiro.

Editor solidário com Camila colocando a cueca do Bruno em rede nacional.



O telefone tocou e pediu que eles usassem os “presentes” (um DVD e um player) no mezanino. Lá foram eles. O DVD era o milionário misterioso explicando as regras (acho que, a essa altura, já dava para eles cortarem essa parte) e dizendo que deviam procurar as letras no alto das lojas.



Essas letras só podiam ser vistas do mezanino e formavam o nome de uma fruta da região norte. Em oito minutos, eles tinham de descobrir o nome da fruta, a loja onde era vendida, e a caixa de fruta que continha a primeira chave.


AI MEU PAI



Bruno cismou que as letras estavam nos nomes das ruas, e disse: “Olha lá, rua G, H, I…” Como eu queria estar lá para responder: Isso é o alfabeto, sua anta! Camila finalmente achou onde estavam as letras, mas cismou que fruta do norte só podia ser Açaí ou Cupuaçú. Quando encontraram um “N”, ela disse que não podia estar certo, pois não havia esse letra nem em Açaí, nem em Cupuaçú.



Bruno inventou um “U” que não existia e decidiu que a fruta era “guaraná”. Estranhamente, eles não disseram que guaraná era bebida e não fruta. Mas então encontraram um “I”, que ferrou com tudo. Hora do milionário ligar para dar esporro.



Milionário misterioso reclamou que eles falavam demais, que Bruno tinha de se concentrar no jogo, que eles já tinham as quatro letras necessárias e perguntou se queriam comprar a pista. Camila disse que não, e o milionário deu 30 segundos. Camila descobriu o nome no trigésimo primeiro minuto, e milionário misterioso e malvado descontou mil reais do prêmio assim mesmo. Finalmente, os dois correram para a loja e acharam a chave.



A próxima pista estava aqui, ó:



Eles tinham de chegar ao Complexo Matarazzo e encontrar as vinte peças do quebra-cabeça que mostraria a localização da segunda chave.



Cada vez que uma peça fosse encontrada, um teria de ligar para o outro para contar. Se encontrariam no final do fio para montar o quebra-cabeça, e poderiam tentar mesmo que não achassem todas as peças. Tempo: 12 minutos.



Eles realmente se encontraram no final do fio, só que:


1) Encontraram ao todo 13 peças;


2) Estavam separados por uma parede, que Camila teve de quebrar com uma marreta.


Para cada marretada, Camila dizia que não tinha força, que Bruno devia ter alguma coisa do lado dele, que a parede era grossa, que blablabla, que mimimi. Quando finalmente Bruno conseguiu passar, eles não conseguiram desvendar o quebra-cabeça, que na realidade era assim:



Tudo bem que faltavam sete peças, mas se você tem “A Cha(…) está…”, você imagina que seja “a chave”, e não, como eles pensaram, “a chance”.


Milionário misterioso ligou para dizer que a imagem do quebra-cabeça estava pintada em uma das paredes do complexo, e é clarooo que eles não conseguiram achar. Então ele ligou de novo perguntando se eles queriam comprar a dica por 1.000 reais ou a chave por 7.000. Camila Pão Dura não quis nem uma coisa nem outra, mas, como não acharam a imagem nos 30 segundos que tinham, o milionário acabou vendendo a dica “A chave está na ponte”. Camila saiu xingando que haviam pago um preço caro demais por algo tão besta. Toca o celular.

“Camila, você quer jogar ou quer reclamar?”



O milionário misterioso está começando a aquecer o meu coração.


Quando o telefone tocou de novo, Camila disse que não ia mais atender.


Rolou de enganar o milionário, não. Ele teve de dar mais uma dica: Que a ponte estava grafitada na parede de uma sala pela qual eles já haviam passado. Os dois rodaram mais um pouco, até que Camila disse: “Achei a ponte. É de madeira, mas é uma ponte”.



E completou com “cadê chave? Cadêeee?” Bruno foi mais rápido.



Junto da chave, que estava em um compartimento na parede atrás do desenho de chave na “ponte que era de madeira, mas era uma ponte”, havia a fotografia de um alvo no próprio Complexo, que eles tinham de achar.



Em frente a ele havia três janelas abertas, cada uma com quatro sacos de areia de uma cor: amarelo, azul e vinho. Um deles deveria subir e acertar um saco de cada cor no alvo.


Bruno subiu e foi bem rápido, com Camila jogando na cara dele que foi para compensar as marretadas que ela teve de dar. Sério que existe um homem disposto a casar com essa criatura?



Tocou o telefone, com o milionário misterioso bem surpreso por eles terem ido bem uma vez na vida. Disse que a chave estava em cima da cancela do estacionamento.



Bora para a última, então, com pouco menos de quarenta minutos para o fim do prazo. Eles tinham de ir até…



Que estava prestes a fechar, e atender um celular no salão azul antes que o zelador trancasse todas as portas.




Quem escalou a parede foi o Bruno, claaaaaaro. Afinal, a Camila já havia dado marretadas.


Zelador DUMAL


Bruno ainda pagando por não ter marretado a parede.



A mensagem no celular era:



E obviamente eles rodaram bastante até perceber que a imagem do Gandhi estava na mesma parede. 



Adivinhem quem subiu para pegar a chave?

Duh!




Só que a chave estava dentro de uma caixa com cadeado com segredo. Para abri-la, eles receberam frases de quatro pensadores. Tinham de subir na parede novamente, tocar nas fotos dos pensadores, escutar as frases e as datas de nascimento. A soma das datas era o segredo do cadeado.



Não teve jeito. Camila teve que subir também, mesmo que não conseguisse ouvir nada.


Milionário misterioso perdeu a paciência (até que enfim) e ligou vendendo o código por sete mil reais…



Com Camila mimimiando que a culpa não tinha sido dela.


Ainda que eles não lembrassem as respostas do quiz e tenham ido no chutômetro, ela foi mais rápida.

Camila feliz


Bruno p*to

Pelo menos ela dividiu o prêmio, agora de 20 mil reais, com ele.



Dessa vez, achei bem #Dygno.

From → Mari, The Phone

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