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>The Phone – Carolina e Bruno

April 21, 2011

>Bora para mais uma correria ensandecida para mudar o mundo com 30 mil reais! É hora de…



Que, aqui entre nós, foi BEM mais legal que semana passada.




“Você é Bruno? O estivador do porto de Santos?” – Achei bem cool. Aliás, é bom dizer, o programa dessa semana foi na cidade de Santos (como vocês devem ter imaginado… duh). Missão: Pegar o bonde de número 9 e encontrar uma moça com uma caixa preta.

Que lindinho. Achei super São Francisco.




A tal da moça, sem caixa e sem saber o que vinha por aí, estava bebendo água de coco. Se fosse eu, juro que teria perguntado pro dono do quiosque: “Ei, esse celular é seu?” Mas claro que nãoooo, companheiros. Carolina atendeu.



Enquanto Carolina estava dentro do ônibus, Bruno já estava se sentindo meio idiota.

Pô, me fizeram de otário.




E resolveu sair pedindo para as meninas para olhar na bolsa delas. Foi aí que eu descobri como o milionário misterioso pretende mudar o mundo: mostrando as falhas na segurança pública. Semana passada, Hector arrancando maletas de executivos. Essa semana, Bruno revirando as bolsas das meninas.



Até que Carol entrou no bonde e achou a caixa que… tarãaaa! Estava embaixo do banco do Bruno. Ele então pediu que ela lhe desse, ela respondeu que não, e Bruno anunciou que partiria para a agressão.


UOOOOOOOU



Antes que os dois se estapeassem e Bruno fosse preso, o milionário misterioso achou por bem ligar e dizer que eles deveriam trabalhar em dupla. “Pô, desculpa ae”. “Tudo bem”. Cadê o sangue? Decepçãooooo!


Próxima parada: pegar um carro reservado para eles no estacionamento do Museu do Café. Enquanto dirigiam para o teleférico do Pico da Asa Delta, Bruno resolveu perguntar o que Carol faria com o dinheiro:


“Ah, sei lá, viajar, pegar umas ondas.”


“Eu ajudaria a minha família.”

Fez o coitado



Os dois chegaram ao teleférico, pegaram o DVD e o colocaram no DVD player que estava dentro da caixa preta.



O milionário misterioso falou as regras do jogo (três horas, quatro chaves, maleta, blablabla whiskas sachê mudar o mundo), e que eles deveriam saltar de paraglider para encontrar um X na praia, que marcava a localização da primeira chave.


Achei maneiro.



Só que assim que eles chegaram lá em cima já dava para ver o X formado por pranchas de surf, o que teria sido tosco se não tivesse começado a chover…



E instrutor chato não tivesse dito que ninguém saltaria para lugar nenhum. Conclusão: eles tiveram de descer de teleférico.

Bunda Aleatória


CORREEEEE




O telefone tocou novamente e o milionário misterioso perguntou o que eles viam no horizonte. “Ondas”… Duh! “Uma bóia”… Aaaaah. Carol e Bruno tinham de usar as pranchas e coletes salva-vidas entregues pela mulher da bunda aleatória para ir até a bóia pegar a chave. 



Detalhe que Bruno não sabia nadar.

Santa Carolina



Pausa para confissão: Como assisti ao programa pelo site da Band, e eles fizeram o favor de NÃO POSTAR a terceira parte, não faço idéia de como nem onde eles conseguiram a segunda chave. Não me processem.


Continuando…


Milionário misterioso ligou com a próxima pista:



Ele ainda perguntou: “Vocês sabem onde fica a Casa da Frontaria Azulejada?” “Não” Foram totalmente ignorados. Só faltou o milionário dizer:



Quando chegaram lá, o milionário disse que, para conseguirem a chave, um ficaria vendado, rodaria quinze vezes, e teria de furar um balão vermelho com um bastão em cinco minutos.



Enquanto o outro guiaria seus passos, mas teria de ficar de costas e vendo o que acontecia pelo reflexo em um espelho. Como as paredes eram muito frágeis, qualquer dano seria retirado do valor do prêmio.



Depois de muuuito tempo de “vai pra direita. Não, o outro lado” e “Você está em frente ao balão, pode furar” e Bruno, furava o ar…



Veio o Momento LiMdo:



Finalmente, a pista para a quarta chave.



O video os mandava ir até a estação de bonde para a igreja de Monte Serrat…



Onde eles tinham um minuto para pegar as 41 cartas de baralho com letras do alfabeto que estavam espalhadas pelos bondinhos.


Essas letras ajudavam a resolver um quebra-cabeça com cones, lá no topo.



Tarãaaaaaa



Não foi bonitinho?



A chave estava presa ao mastro da bandeira do Brasil. Foi legal, vai.


Como na outra semana, e eu desconfio que seja sempre assim (sou muito perspicaz), o milionário deixou a maleta, os dois tentaram abri-la e entãaao descobriram que precisavam de uma quinta chave, mas aí era cada um por si. Quem respondesse o quiz mais rapidamente levava a bolada.



E quem conseguiu foi Carol.

Cara de bunda



A diferença é que Carol é mais gente boa que o Hector, e dividiu a grana com Bruno. Sério, se eu passasse por tudo isso e voltasse para casa sem nada, eu matava. Mais um liMdo momento:



Esse episódio foi tãoooo legal! Band, se vocês o tivessem colocado na estreia, aposto que a audiência seria melhor. #Fikdik

From → Mari, The Phone

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