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>Por um BBB12 melhor!

March 29, 2011

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É a hora de votar. Não adianta fazer discurso vazio de que preferia a Talula ou que ama a Diana. O BBB é um jogo que só acaba quando termina e uma das maiores lições que trazemos de 11 edições é a certeza de que o resultado da anterior influencia em muito o jogo da edição seguinte.


Se você está lendo esse blog, presumo que goste de Reality Shows. Ou só de BBB. Que seja. Então deve concordar comigo de que é inegável que a nossa resposta (público) muda a edição seguinte do jogo. Vou tomar como exemplo os resultados do BBB5 e do BBB7 .


Vamos relembrar: O BBB5 foi automaticamente dividido em dois grupos. Os amigos do Dr. Gê e os amigos do Jean. Que foi um dos jogadores mais habilidosos de todas as edições, colocando-se como perseguido na primeira berlinda. “Sou Gay e por isso eles votaram em mim”. Hábil, porém CHATO! Tinhamos assistido à vitória da coitadinha Cida e vimos o discurso de perseguido do Jean ganhando eco e torcida logo de cara. Ou seja, a fórmula é mais ou menos a mesma. 


Mas e a nossa resposta sobre outro tipo de personagem? E a nossa resposta sobre o antagonista do coitado? Ela também influencia na edição seguinte? 


Obviamente que sim. A forma como foram escorraçados do programa Gê e sua trupe (sem fazer juízo de valor ou de caráter, apenas considerando que eles combinavam votos contra as pessoas que tinham menos afinidade. Jogo.), fez com que na edição seguinte, a despeito do Boninho ter enfiado um monge e uma carola fake na casa, tivéssemos o BBB mais chato da história. Todos tinham medo de jogar. 

Chegamos ao cúmulo do Advogado Carlos, oferecer o anjo a seu principal desafeto, Inês, pelo simples fato dela estar ameaçada. Criando uma ridícula ideologia de que o anjo servia para salvar pessoas em risco e não para ganhar aliados, ou defender alianças. Inês nunca se aliou a ele.


No BBB7, tivemos o efeito “edição ímpar”. Aquelas edições que se seguem às chatíssimas pares e que trazem jogadores com sangue nos olhos. Jogadores dispostos a tudo para fazeer a edição acontecer. De novo, nessa edição, a produção valorizou o maniqueísmo da novelinha “Alberto vs Alemão” e nós expulsamos os antagonistas do “príncipe” e grande vencedor, condenando suas jogadas mais truculentas de forma veemente. Compramos a novelinha da Edição. Tudo bem. É válido, vira diversão. Mas e o ano seguinte?


No BBB8, vimos uma samambaia semi-consagrada, um emo teen campeão e um médico adoravelmente louco tentando salvar a edição. Não fossem o Doc Marcelo e a Natália, sobraria do BBB8 o sono.


No BBB11 temos Maria e Daniel, que se entregaram ao jogo, contaram suas histórias, escreveram suas trajetórias no programa de forma polêmica, apaixonante, envolvente, tensa e… Wesley, que é o príncipe. Que coadjuvou 6 paredões triplos. Aqueles mesmos que só lembramos da terceira criatura na hora que o Bial dá os parabéns por ele ter ficado. Oi?! O Wesley tava nesse paredão?! Oi?! O Wesley tava nesse BBB?!


Sim, o Wesley é o par romântico da Maria. Maria que é a protagonista do programa junto com seu melhor amigo, Daniel. E agora, companheiros? O que vocês esperam do BBB que vem? Um monte de Daniel e de Maria ou mais uma meia dúzia de Wezzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzley?


Votem, votem MUITO!


Cartas para Pi é #MariaCampea e Daniel em segundo lugar!
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@meli_pi



From → BBB11, Meli

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