Skip to content

>Considerações sobre a Madrugada

February 2, 2009

>

 
Claro, não consegui dormir. O povo também não colabora, e fiquei acordada até o último brother. Tudo isso mudará essa semana, já que as minhas férias vão acabar, e os meus posts diminuirão, ao menos em quantidade. Para cobrir os meus buracos, vou fazer uma recomendação e um convite: O Blog De Tudo um Pouco Mais no BBB, que cobre o BBB com bastante seriedade e imparcialidade, continuará com posts constantes. Mais tarde, após a máquina da verdade, estarei no halos de lá batendo papo. Apareçam! (esse é o convite, hehe)

Então, a minha madrugada:


O quarto é brabo. Bem pior do que eu imaginei quando eles entraram lá. Ok, quando vi o quarto pela primeira vez, achei que as sirenes fossem ficar tocando, que fosse ter bicho, sei lá. Não tem nada disso, mas nem precisava, pois tudo o que os três podem fazer é ficar parados, ouvindo a conversa fiada do Ralf. Como se isso já não fosse tortura suficiente, eles não têm uma janela, a menor noção de horas, de noite ou dia. Imagino que entre ontem e a hora do paredão eles terão a sensação de que se passou uma semana. Se Alexandre não sair amanhã, não duvido que um deles desista até o final da semana.

Disse e repito: prefiro mil vezes que saia o Leo. Quero que Newton veja, em números, que é rejeitado, e que Ralf seja obrigado a assumir que não só jogou (ops, palavrão), como jogou mal. Além do mais, vou contar uma historinha: uma vez eu sonhei que estava no BBB, e ficava o tempo todo pensando: “Caraca, eu não posso sair. Eu estou presa aqui durante meses”. Acordei me sentindo totalmente claustrofóbica, e esse é um dos motivos pelos quais eu NUNCA ME INSCREVERIA! Quem não tem competência, que não se estabeleça. Entrar em um programa que já se está careca de conhecer e depois querer sair por sentir falta de liberdade é, no mínimo, uma falta de respeito com a torcida, com a produção, e com os outros candidatos que tentaram entrar e não conseguiram. Afff, Leu já deu.


Em uma brincadeira típica da era Pré-Derrubada de Muro, Fran e Mirla fizeram uma plástica na Naiá com fita adesiva, à qual se seguiu um casamento hilário. A mistura dos grupos foi super benéfica, principalmente para o lado A. Vários participantes cresceram, se tornaram mais simpáticos e até ganharam uma torcida (como o caso da Naiá, o que sinceramente me apavora um pouco). E, enquanto a galera se divertia…


Josi (sei que é Josy, mas ela gosta com “y”, então escrevo com “i”) posava de viúva desconsolada. Não consigo engulir que uma mulher aparentemente inteligente possa estar apaixonada por um traste da laia do Ton, a não ser que a sua estratégia seja a de posar de coitadinha maltratada pelo namorado. Deu certo na casa, mas duvido muito que dê certo com o público. Ton me lembra o Fernando no machismo, mas Josi não tem nada de Natália. Esta ganhou o povo e não se prejudicou com o Fernando porque era autêntica e não aturava desaforo. Josi, em contrapartida, prefere se fazer de vítima, e aí só passa por burra.

Sobre relacionamentos, a madrugada teve mais uma DR:

Não ajudou muito, mas me fez ter quase a esperança de entender o que se passa na cabeça da Fran. Mais cedo, em conversa com Milena, ela disse que queria garantias, que não se atiraria de cabeça em uma relação sem ter certeza que ela vai continuar do lado de fora da casa. Compreensível? Pode até ser. Às vezes eu acho que ela quer cozinhar o Baby Coelhinho, para não trocar o certo pelo duvidoso. Em outras, penso que ela ainda não sabe como Max está sendo visto pelo público após admitir ser um jogador, e tem medo de se queimar. Uma coisa eu sei: há química e algum sentimento (que sentimento é esse, não tenho certeza, mas o acho bem mais real que o de Josi e Ton). O problema é que Fran não teve com Max a mesma eloqüencia que teve com Milena. Eles não se desgrudaram o resto da noite, foram dormir juntos, e então Fran, em tom de brincadeira, tentou fazer Max dizer que está apaixonado por ela. Como o homem tem neurônios, ele não o fez, primeiro porque ele também precisa de garantias, segundo porque provavelmente não seria verdade. O próprio Max disse para o Flávio que não se permitia envolver demais com Fran porque ela não deixava.

Não sou muito romântica em relação a namoros de BBB. Além da óbvia falta de opções (no mundo aqui fora, acho que Max já teria mandado Fran se catar e saído atrás de alguém que o tratasse melhor), existe a carência, o fato de um bando de jovens bonitos estarem trancafiados com seus hormônios em uma casa, toda a influência do confinamento no psicológico dos caras, e, claro, o jogo. A busca de um namorado lá dentro, assim como de uma amizade, é, acima de tudo, a busca por uma aliança. Não que as pessoas não possam se apaixonar de verdade, tá aí o bebê da Analy e do Alan como prova, mas acho que isso vem depois que o programa acaba, não durante. Com isso, não quero dizer que não gosto de assistir a um casal com química. ADOROOOO! E ainda não perdi as esperanças com esses dois. Se eles se acertarem, têm tudo para se tornar um dos casais mais legais de todos os BBBs, misturando amizade e graça ao romance, e não apenas se embolando no futon ou embaixo do edredom.

From → bbb9, realityMundi

Leave a Comment

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: